Irregularidades na utilização do cartão transporte têm altos números na regional matriz
Além da ação dos fura-catracas,
vendas e transições ilegais de valores do cartão são registradas pela Guarda
Municipal
Por Bruna Slowik,
Manoela Tkatch e Raphaella Vieira
Além do pagamento da passagem de ônibus
com dinheiro, a Urbanização de Curitiba (URBS), permite que os usuários tenham
cartões carregados com passagens para usar nas linhas de ônibus da cidade. Para
atender todos os tipos de público, a empresa criou o cartão usuário, cartão
estudante e o cartão isento. Além dos cartões disponibilizados para uso
exclusivo de operadores, fiscais e outros funcionários.
Cada tipo de cartão transporte exige um
pré-requisito indicado pela URBS. O cartão isento só pode ser utilizado por
idosos acima de 65 anos, o cartão estudante é destinado para alunos que tenham
uma renda familiar de até três salários mínimos e o cartão usuário deve ser
utilizado pelo titular do cartão. Entretanto, segundo algumas licitações
publicadas pela URBS atividades de comercialização ou transição dos valores
referentes às modalidades “estudante” e “isento” são irregulares. Além do
bloqueio do cartão, o infrator estará sujeito a advertência, sucedida a
assinatura do termo em que o titular se comprometerá a não repetir o ato. No
caso de reincidência, o infrator perde cerca de 20% dos créditos disponíveis no
cartão.
No caso do titular das modalidades
“cartão isento”, “cartão-fiscal”, “cartão-operador” e “cartão-manutenção”, o
bloqueio do cartão ocorrerá no desvirtuamento da sua funcionalidade, seja pela
disponibilização do cartão, pela comercialização do benefício ou mesmo pela sua
utilização em descompasso com as especificações definidas pela URBS.
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